Estratégia, identidade e mascote
Construir estratégia, identidade e mascote que traduzam “Segurança para descobrir”, com acolhimento e sem discurso clínico.
A semente foi plantada…
Por enquanto, só ideias.
Todo projeto passa por cinco etapas. Esta é a de entender, em voz alta, quem é a Jujubinha e para quem ela existe, antes de qualquer traço.
A Jujubinha faz sucos 100% fruta para crianças de 2 a 6 anos com seletividade alimentar e caminha junto dos pais, que conhecem o filho como ninguém. Aqui, tudo começa pelo que a criança já reconhece e escolhe.
O mercado costuma falar com a criança média. A Jujubinha separa cor e sabor de propósito. Uma caixinha amarela (só como exemplo) pode guardar morango, uva ou melancia, e o que a criança já conhece vira ponte para o novo, no tempo e do jeito dela.
Resumindo em uma frase, o posicionamento fica assim.
A Jujubinha é uma marca de sucos 100% fruta para crianças seletivas, feita para pais que respeitam o ritmo do filho, abrindo novas frutas a partir da cor preferida, quando toda a categoria faz a cor anunciar o sabor.
Três objetivos guiam o trabalho daqui para a frente.
Construir estratégia, identidade e mascote que traduzam “Segurança para descobrir”, com acolhimento e sem discurso clínico.
Desenhar uma linha de embalagens em que a cor não indica o sabor, encantando a criança e informando os pais com clareza.
Produzir com IA uma campanha completa estrelada pelo Victor e pelo Jujubinha, documentando cada etapa do processo.
Essas famílias sabem, melhor do que ninguém, que uma troca de embalagem ou de marca basta para o filho recusar o lanche.
São mães e pais de crianças de 2 a 6 anos com seletividade alimentar, com ou sem diagnóstico. Leem cada rótulo, trocam experiências com outras famílias e seguem de perto a orientação de terapeutas.
Querem o filho bem alimentado e presente na escola, na lancheira e nas festas, sem pressão e sem precisar se justificar para ninguém.
Viram a caixinha na gôndola e procuram no rótulo a garantia de que ali dentro só existe fruta.
Recompram o suco que já funcionou em casa, porque sabem que um produto estranho pode virar crise na mesa.
Comemoram quando o filho abre a lancheira no recreio e come junto dos colegas, sem precisar de ajuda.
Duas personas iniciais, para dar contorno às conversas. Cada uma carrega a história de um filho: o Theo e a Lia.
Meu filho recusa o suco pela cor, antes mesmo de provar.
Ele segura a cor que ama e prova, lá dentro, uma fruta que ainda não conhecia.
Tenho medo de pagar por um suco que ele vai deixar de lado.
Uma caixinha avulsa para testar em casa antes de assumir a jornada inteira.
Na família, sempre tem alguém dizendo que isso é frescura.
Uma linguagem que acolhe a recusa e tira dos pais o peso da culpa.
Nunca sei direito o que meu filho está tomando.
Os pais conferem a fruta de cada caixinha num olhar, sem adivinhar pela cor.
Os sucos infantis vêm cheios de açúcar e de personagem de desenho.
Os pais servem só fruta, e o filho ganha um amigo que também tem preferências.
Nenhuma marca parece feita para uma criança como a minha.
Os pais enfim encontram uma caixinha que o filho reconhece como dele.
Em casa, faltam jeitos leves de apresentar uma fruta nova.
O Jujubinha vira parceiro de prova e diz à criança “Eu provo se você provar”.
Quatro olhares sobre a mesma marca: o que ela é, onde se posiciona, em que mercado entra e para quem fala.
Por que a marca existe, aonde quer chegar e o que não negocia.
Criar experiências alimentares acolhedoras em que a criança prova frutas novas sem a obrigação de gostar.
Ser a referência das famílias de crianças seletivas, com uma jornada de frutas que cresce aos poucos.
A marca defende saúde com 100% fruta, rótulo sem surpresas e a inclusão de quem come diferente.
O que torna a marca única e o que ela promete a cada caixinha.
A Jujubinha desliga a cor do sabor, o que nenhuma concorrente faz, e torna a cor um território seguro.
Cada caixinha garante que a criança prove uma fruta nova sem abrir mão da segurança que já conhece.
A criança ganha companhia e brincadeira para provar, e os pais ganham clareza e autonomia para conduzir.
O mercado em que a marca entra, com os espaços e os obstáculos.
Grandes marcas enchem mercados e padarias de bebidas adoçadas e falam com toda criança do mesmo jeito.
A seletividade segue sem voz na categoria, e há espaço para unir fruta pura a um mascote com função.
A baixa escala e a compra por conveniência freiam a marca, e a criança chega treinada a julgar pela cor.
Para quem a marca fala, do que essa pessoa precisa e como ela age.
A marca fala com pais que conduzem de perto a alimentação do filho seletivo e recusam promessa milagrosa.
Esses pais precisam ampliar o repertório do filho com segurança, informação clara e nenhuma imposição.
A família ouve terapeutas e outras mães, testa uma caixinha avulsa e repete só o que o filho aceitou.
O Prestativo é o arquétipo que guia o jeito da marca. O Explorador chega para matizar.
No produtoA Jujubinha demonstra cuidado em gestos de produto, não em declarações de carinho. Mantém a embalagem na cor que a criança já escolhe, oferece uma unidade avulsa para a família testar sem risco e informa ao adulto a fruta que vai lá dentro.
Com os paisAge como aliada, nunca como quem sabe mais, e deixa a condução com eles. A troca entre cor e sabor chega anunciada, com cumplicidade, e a recusa recebe um “tudo bem” em vez de cobrança.
Com a criançaO Explorador aponta para a frente. O Jujubinha prova junto, como companheiro e não como tutor, e cada gole conta como descoberta.
É um cuidado que protege o conhecido para abrir espaço ao novo.
Um primeiro olhar para as marcas que dividem a prateleira. O que mais se repete: a cor anuncia o sabor, e a conversa é a mesma para toda criança.







Estas imagens só ajudam a acertar o tom. Elas não definem logo, cor, ilustração, foto ou mascote. Nada disso foi decidido ainda.



